Maze Runner: A Cura Mortal – Resenha

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Por trás de uma possibilidade de cura para o Fulgor, Thomas irá descobrir um plano maior, elaborado pelo CRUEL, que poderá trazer consequências desastrosas para a humanidade. Ele decide, então, entregar-se ao Experimento final. A organização garante que não há mais nada para esconder. Mas será possível acreditar no CRUEL? Talvez a verdade seja ainda mais terrível… uma solução mortal, sem retorno.

 Durante a leitura, várias revelações me chocaram e me deixaram confusa, o final não explicou muito bem o que aconteceu com a maior parte dos personagens, mas no geral foi um livro bom, cheio de ação e adrenalina, mas nada comparado ao primeiro, que na minha opinião foi o melhor.

Eu não consigo imaginar o que faria se estivesse no lugar do Thomas, não podendo mais saber se confiar em Teresa é uma boa escolha, ter que lidar com tudo o que está acontecendo, os Cranks, seus amigos, o CRUEL, tudo. James Dashner criou uma atmosfera conflitante, porém dinâmica, quando lemos Maze Runner usamos aquela mentira de leitor: “Só mais um capítulo”.

Teve uma morte em especial que me deixou muito triste, daquelas que você fecha o livro e fica pensando o porquê do autor ter feito isso, pois não havia necessidade em matar o personagem.

Mas o que mais me surpreendeu foi como o livro teve seu desfecho, como Thomas e os amigos que restaram conseguiram ter um final feliz, e que, no final das contas, o CRUEL é bom.

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