Maze Runner: Correr ou Morrer

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Sinopse:

Ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, a única coisa que Thomas consegue lembrar é de seu nome. Sua memória está completamente apagada. Mas ele não está sozinho.

Quando a caixa metálica chega a seu destino e as portas se abrem, Thomas se vê rodeado por garotos que o acolhem e o apresentam à Clareira, um espaço aberto cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Porém, um fato altera de forma radical a rotina do lugar – chega uma garota, a primeira enviada à Clareira. E mais surpreendente ainda é a mensagem que ela traz consigo.

Thomas será mais importante do que imagina, mas para isso terá de descobrir os sombrios segredos guardados em sua mente e correr, correr muito.

Livro narrado na 3ª pessoa, que conta a história de Thomas, um garoto que foi mandado a Clareira, que era o lugar no meio do labirinto onde vários garotos viviam, e fora do labirinto haviam os Verdugos, que são criaturas horrendas que aparecem mais durante a noite. No filme são retratados assim:

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Como dito na sinopse, após a chegada de Thomas, algo inesperado acontece, a chegada de uma garota, a primeira da Clareira, e a partir disso várias coisas começam a mudar, dando um enredo emocionante.

Eu devorei esse livro, pouco mais de 400 páginas lidas em mais ou menos 4 dias, porque Maze Runner me prendeu, os mistérios da história me sugam para a leitura, é um livro espetacular.

Adorei também os personagens, houve uma ideia realista em relação a personalidade deles, afinal, ficar três anos num labirinto pode transformar alguém numa pessoa rabugenta, embora eu não gostasse muito do Alby e do Gally, tenho certeza que suas personalidades foram muito melhor definidas e desenvolvidas comparado ao filme, gostei bastante do Minho, Chuck e Newt.

Também achei interessante o uso de novas gírias, como plong, mértila e trolho (plong e mértila são como merda e trolho é como idiota, fracote).

Mas uma das coisas que eu mais gostei foi que, durante a minha leitura, surgiram questões na minha cabeça, e fiquei muito curiosa para descobrir as respostas. Além de que maior parte dos finais de capítulos terminavam de forma que eu me deixava levar pelo “só mais um capítulo” para saber o que aconteceria.

Quem só assistiu o filme e gostou, recomendo que leia o livro, tenho certeza que não irão se arrepender.

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