Convergente – Resenha e Conclusão da trilogia

Sinopse:

“A sociedade baseada em facções, na qual Tris Prior acreditara um dia, desmoronou – destruída pela violência e por disputas de poder, marcada pela perda e pela traição. No poderoso desfecho da trilogia Divergente, de Veronica Roth, a jovem será posta diante de novos desafios e mais uma vez obrigada a fazer escolhas que exigem coragem, fidelidade, sacrifício e amor. Livro mais vendido pela Amazon no segmento infantojuvenil em 2013, Convergente chega ao Brasil em meio à expectativa pela estreia de Divergente nos cinemas, em abril. A série segue no topo na lista de bestsellers do The New York Times.”

Finalmente terminei o livro que enrolei demorei um mês para ler por conta de eu ter lido Divergente e Insurgente muito rápido, quis dar um tempo e ler Convergente mais devagar.

Ao contrário dos dois primeiros livros, Convergente é meio monótono no começo, só depois de umas 200 páginas tem alguma ação, enquanto isso nossos amados personagens estão quebrando a cara com as revelações sobre o motivo de sua cidade existir e Tris conhece o passado de Natalie Prior.

Não posso negar que fiquei um tanto decepcionada em relação ao final, foi bonito, mas eu esperava mais, quando foi narrada a explicação do experimento de Chicago eu senti como se faltasse algo, porém não ficou tão ruim.

Esse livro tem ação? Tem, mas não espere a mesma ação de Insurgente, já vou logo avisando. Porque é basicamente a Tris e Tobias descobrindo toda verdade e depois vão combater uma coisa que vai acontecer que eu não posso falar, é spoiler.

O livro é narrado em duas pessoas, é bom pois podemos ver as coisas pelo ponto de vista do Tobias, e ruim porque várias vezes eu me perdi perguntando quem estava narrando tal parte porque os dois são parecidos.

.

.

.

.

[SPOILER CONVERGENTE]

Conclusão

Veronica Roth é uma assassina

Tori, Marlene, Uriah, Will, Al, Lynn, Eric, Jeanine, Max, Natalie, Andrew, Edward… Todo mundo morre!

E o que mais me entristeceu… Tris!

Dá para perceber que a Tia Roth procura expressar bem a realidade, do modo em que nem sempre o protagonista vive, ou todos do lado bom vivem e ganham, mas não deixei de ficar triste por isso.

Fiquei de cara porque a Tori não pode ver seu irmão, e triste por Tobias não ter feito as pazes com o pai, porém feliz por ele ter recomeçado com a mãe e Peter querer mudar, mesmo sendo da forma errada (afinal, ainda é o Peter).

Ler Divergente foi algo muito bom, introduzir a Chicago das facções e o treinamento da Audácia, ficar com raiva de Tobias pelas vezes em que ignorou Tris e querer matar o Peter pelas coisas horríveis que ele fez.

Ler Insurgente foi maravilhoso, como se eu estivesse na guerra acompanhando os personagens, fiquei com raiva novamente do Tobias pelas suas ações e acompanhar a luta contra Jeanine e a sua queda.

Ler Convergente foi sem palavras, triste por ter acabado e feliz porque quem sobreviveu teve um novo começo, é gratificante.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s