Divergente – Resenha

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Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto. A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.

“A leitura de um bom livro é um diálogo incessante: o livro fala e a alma responde.” (André Maurois) é uma frase no qual eu posso afirmar que aconteceu entre eu e o livro.

Esse livro sempre recebia elogios das pessoas, todos diziam ser muito bom e me recomendavam, e também foi lançado o filme. Tive que fazer o sacrifício de não assisti-lo para não estragar a leitura com spoilers. E depois de ter lido, eu concordo plenamente com todos os elogios que este livro recebeu, é simplesmente empolgante, sempre que tinha tempo eu o lia.

Existiam cinco facções:

  • Audácia: Facção dos que defendiam a cidade, os radicais
  • Abnegação: Facção dos que se renunciavam sua própria vontade pela vontade dos outros, os humildes e altruístas
  • Erudição: Facção dos que buscavam conhecimento, os inteligentes
  • Amizade: Facção dos que buscavam a paz, harmonia e cordialidade
  • Franqueza: Facção dos que buscavam a justiça, os verdadeiros

Todos os jovens de dezesseis anos tinham que fazer um teste de aptidão para saber em que facção eles se encaixariam melhor, porque no dia seguinte eles poderiam escolher entre ficar na sua antiga facção ou ir para outra, que significa nunca mais ver sua família.

Quando Beatrice fez o teste, descobriu que era Divergente, ou seja, o resultado não tinha sido uma facção. Ser Divergente era algo perigoso, mas ela não sabia o por quê.

Com o decorrer do livro é bem evidente o desenvolvimento da Tris (novo nome de Beatrice), antes ela era a Careta da Abnegação, e depois ficou forte, tornando-se uma das melhores iniciandas da Audácia. Achei a história bem interessante, aconteceram muitas coisas inesperadas e chocantes no decorrer do livro e principalmente no final, amei uns personagens, odiei outros.

A única coisa que eu discordo foi em relação ao que estava escrito na orelha do livro, que o romance foi inesperado. Desde uma certa cena depois de umas cem páginas deu para sacar com quem ela ficaria no final, não que isso importe muito.

Só tenho elogios em relação ao livro, agora vou poder ver o filme sem problema nenhum. O legal é que a autora publicou o livro quando tinha 23 anos, jovem e criativa, acima de tudo competente.

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